Important: Meme will be discontinued on May 25, 2012

Unfortunately, the time has come to say goodbye to Meme.

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Estúdio Pérola

Este é um blog que aborda assuntos sobre comunicação, cultura e terceiro setor.


Mídia social: o que deu certo e o que deu erradoDe um lado, Facebook, Twitter, YouTube, Foursquare e Groupon. De outro, Friedster, LiveJournal e MobshopUm relatório da consultoria Custom Communication, reportado pelo Advertising Age, apontou os produtos que fizeram história na construção do atual cenário das mídias sociais em suas várias esferas: blogs, redes sociais, compras coletivas, compartilhamento de fotos e vídeos, geolocalização e outros mais.Veja a matéria completa com os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo no BLOG | Estúdio Pérola: http://t.co/tTpLET5  

Mídia social: o que deu certo e o que deu errado
De um lado, Facebook, Twitter, YouTube, Foursquare e Groupon. De outro, Friedster, LiveJournal e Mobshop

Um relatório da consultoria Custom Communication, reportado pelo Advertising Age, apontou os produtos que fizeram história na construção do atual cenário das mídias sociais em suas várias esferas: blogs, redes sociais, compras coletivas, compartilhamento de fotos e vídeos, geolocalização e outros mais.

Veja a matéria completa com os produtos e serviços que deram muito certo nesse período. E os que não sobreviveram ao tempo no BLOG | Estúdio Pérola: http://t.co/tTpLET5

 

 

18, Jan 2011   •   report abuse

Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer. No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar - com detalhes - o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web - talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.Nesse aspecto, temos as mídias sociais - chamativas e criativas - trabalhando com o portal corporativo - que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.  Fonte: AdNews

Com a ascensão das mídias sociais, muitas empresas estão deixando de atualizar e até mesmo de possuir sites corporativos. Essa nova tendência que desponta para o início de 2011, ocorre pelo fato de que muitos gestores acreditam que as redes sociais já suprem em grande parte, suas necessidades na internet.

Entretanto, esse movimento pode ser bastante perigoso. Por mais que uma rede social ajude na divulgação de uma empresa e de seus serviços/produtos, elas ainda não comportam todas as necessidades de uma marca. Isso quer dizer que ainda se faz necessário às empresas, ter um site corporativo que reflita fielmente a imagem que elas desejam transparecer.

 

No que diz respeito a divulgações e relacionamentos, as mídias sociais se mostram muito eficientes. Elas propiciam um forte eco que geralmente resulta em retorno financeiro rápido. Porém, elas não são suficientes.

O site corporativo ocupa o lugar de fachada da empresa na internet. É o lugar onde o cliente pode visualizar - com detalhes - o que a empresa é capaz de fazer, o que já fez e o mais importante, sentir ou não confiança no que ela transmite.

Em uma analogia simples, as mídias sociais são como um outdoor interativo e o site corporativo como uma sede da empresa na web - talvez daí venha o termo “endereço eletrônico”. Cada um tem suas especificidades e merece cuidados, mas sem esquecer que ambos fazem parte de uma mesma coisa.

Nesse aspecto, temos as mídias sociais - chamativas e criativas - trabalhando com o portal corporativo - que deve estar limpo, organizado e sempre atualizado. Em resumo, elas são como uma via de mão dupla enquanto o site é de mão única.

Sendo assim, o mais correto é uma empresa usar as duas ferramentas em conjunto, pois desta forma estará aproveitando amplamente as vantagens que a internet pode oferecer para sua empresa. O mais importante é respeitar e aproveitar o que cada um tem de melhor para ser usado sempre em seu favor.

 

 

Fonte: AdNews

18, Jan 2011   •   report abuse

 Com o aumento dos usuários de internet, 2011 é o momento de investir em marketing digital.A popularização da internet móvel, que deve dobrar em 2011, possibilita novas formas de publicidade. Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina. A banda larga móvel, por exemplo, deve dobrar o número de usuários em 2011 batendo a marca de 1 bilhão, pois o uso de computadores portáteis, smartphones e tablets como o iPad está impulsionando o uso da internet móvel nos últimos anos. O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões. Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010: - 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia). Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas: e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.   Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados. Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.    Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games. Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa. Fonte: Exame/R7

 

Com o aumento dos usuários de internet, 2011 é o momento de investir em marketing digital.

A popularização da internet móvel, que deve dobrar em 2011, possibilita novas formas de publicidade.

 

Seguindo o exemplo da economia, 2010 foi o ano em que a internet bateu recordes no Brasil. O número de internautas no país ultrapassou os 80 milhões, o equivalente à população inteira da Alemanha ou duas vezes a da Argentina.

 

A banda larga móvel, por exemplo, deve dobrar o número de usuários em 2011 batendo a marca de 1 bilhão, pois o uso de computadores portáteis, smartphones e tablets como o iPad está impulsionando o uso da internet móvel nos últimos anos.

 

O e-commerce fechou o ano com faturamento de R$ 15 bilhões e 40% de crescimento em relação a 2009, um dos maiores índices já registrados, e os sites de compra coletiva tornaram-se um fenômeno de marketing: 246 deles no ar em menos de um ano, com previsão de faturamento de R$ 300 milhões.

 

Por sua vez, os investimentos em marketing digital atingiram 10% do orçamento de marketing das empresas, com estimativas de aumento de 90% até 2014. Mas é bem possível que essa previsão se concretize até mesmo antes, tal a importância que essa área vem ganhando, conforme revelam as pesquisas realizadas em 2010:

 

- 94% dos internautas fazem compras online no Brasil (ComScore).

- Consumidores acessam a internet três vezes em média para pesquisar o produto que pretendem comprar (McKinsey).

- Na nova classe média digital na América Latina, 33% das mulheres preferem internet à TV (Razorfish/Terra).

- 60% dos internautas aprovam que empresas usem redes sociais (Ibope Mídia) para divulgar seus produtos e serviços.

- Para 25% dos usuários, redes sociais ajudam na decisão de compra (Ibope Mídia). 

Diante de tais perspectivas, investir em marketing digital em 2011 deixou de ser uma questão de se (vale a pena), quando ou quanto, mas de como. O intuito aqui é apresentar os principais pontos a serem considerados em 2011, principalmente para as empresas de pequeno e médio porte (PMEs). São elas:

 

e-Commerce: as plataformas de e-commerce são cada vez mais acessíveis, seguras e com vários recursos para administração, controle de estoque, vendas e formas de pagamento. O desafio atual para o sucesso no comércio eletrônico está no atendimento, logística (tanto na entrega quanto na devolução e troca de mercadorias) e segmentação.  

 

Publicidade online: à medida que mais e mais empresas intensificam sua atuação na internet, todos também querem e precisam aparecer para conquistar a atenção dos consumidores e clientes. Diante disso, os investimentos em publicidade online também precisam ser aprimorados. Não se trata necessariamente de aumentar a verba, mas atuar de forma diferenciada para destacar a empresa. Para tanto, é preciso buscar formas criativas de utilizar ferramentas tradicionais, como links patrocinados, otimização e e-mail marketing, e avaliar o investimento em sites de compra coletiva e programa de afiliados.

 

Redes socias: torna-se quase obrigatório estar presente nas redes e mídias sociais devido a abrangência entre os internautas e crescimento em importância nas decisões de compra. Mas para se obter resultados efetivos é necessário considerar duas variáveis essenciais: seu público-alvo e a forma como ele interage em cada rede social. A partir desta avaliação é possível definir a melhor forma de atuação, que pode ser promover seus produtos, prestar serviços ou atendimento, tirando dúvidas ou prestando esclarecimentos aos consumidores.   

 

Tendências: na internet, as novas tecnologias e tendências surgem a todo o momento. Umas evoluem aos poucos, outras parecem surgir do nada e tornam-se fenômenos rapidamente. Em 2011, a tendência que merece mais atenção é o mobile marketing. Acompanhe a popularização dos smartphones com conexão à internet, do iPad e tablets (computadores sem teclado), que possibilitam novas formas de publicidade, como aplicativos (apps) e games.

 

Profissionalização: o último e talvez mais importante aspecto a ser considerado é a profissionalização da gestão do marketing digital. Seja por meio de profissionais próprios ou de uma agência, é necessário ter a orientação e suporte especializado para planejar, executar e acompanhar as diversas ações, que além de tudo precisam estar alinhadas e integradas a outras atividades comerciais e de marketing da empresa.

 

Fonte: Exame/R7

11, Jan 2011   •   report abuse

Facebook estaria pronto para abrir ações na bolsa em abril de 2012Rede social está reunindo fundos para aumentar capacidade financeira.Operação de investimento avalia o Facebook em US$ 50 bilhões. O Facebook pode abrir suas ações para cotação em bolsa de valores em abril de 2012, conforme um memorando que a empresa enviou a seus investidores. A informação foi publicada na quinta-feira (6) pelo site do jornal americano "Wall Street Journal". Para o aumento de sua capacidade financeira a empresa está reunindo fundos, aponta nesse documento de 100 páginas que 2012 seria o ano escolhido para se transformar em uma companhia de capital aberto por meio da Comissão do Bolsa de Valores dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).O jornal detalha que a rede social prevê superar, em 2012, o número de 500 acionistas, um limite que, se superado, obriga as companhias a informar sobre sua situação econômica à SEC, ainda que não esteja na bolsa. No início desta semana, Goldman Sachs e Facebook chegaram a um acordo pelo qual a entidade financeira investiria US$ 500 milhões na rede social, junto ao grupo russo Sky Technologies, e administraria a entrada de outros investidores até arrecadar uma injeção de capital de US$ 1,5 bilhão. Essa operação, que avaliava o Facebook em US$ 50 bilhões, fez soar os alarmes entre reguladores e analistas.

Facebook estaria pronto para abrir ações na bolsa em abril de 2012

Rede social está reunindo fundos para aumentar capacidade financeira.
Operação de investimento avalia o Facebook em US$ 50 bilhões.

 

O Facebook pode abrir suas ações para cotação em bolsa de valores em abril de 2012, conforme um memorando que a empresa enviou a seus investidores. A informação foi publicada na quinta-feira (6) pelo site do jornal americano "Wall Street Journal".

 

Para o aumento de sua capacidade financeira a empresa está reunindo fundos, aponta nesse documento de 100 páginas que 2012 seria o ano escolhido para se transformar em uma companhia de capital aberto por meio da Comissão do Bolsa de Valores dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês).

O jornal detalha que a rede social prevê superar, em 2012, o número de 500 acionistas, um limite que, se superado, obriga as companhias a informar sobre sua situação econômica à SEC, ainda que não esteja na bolsa.

 

No início desta semana, Goldman Sachs e Facebook chegaram a um acordo pelo qual a entidade financeira investiria US$ 500 milhões na rede social, junto ao grupo russo Sky Technologies, e administraria a entrada de outros investidores até arrecadar uma injeção de capital de US$ 1,5 bilhão. Essa operação, que avaliava o Facebook em US$ 50 bilhões, fez soar os alarmes entre reguladores e analistas.

7, Jan 2011   •   report abuse

Inventário vai identificar diversidade lingüística

Instituído em Dezembro do ano passado, o INDL (Inventário Nacional da Diversidade Linguística) é um meio de identificação e documentação das línguas portadoras de referência à identidade, ação e memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.

Com o objetivo de mapear e dar visibilidade às diferentes situações relacionadas à pluralidade lingüística brasileira o inventário permitirá que as línguas sejam objeto de políticas patrimoniais e que colaborem com a continuidade e a valorização, pois 87% das línguas indígenas, por exemplo, estão ameaçadas de “morte” – encaixam-se nessa categoria as línguas com­­ 10 ­­000­ falantes ou menos.

As línguas inventariadas receberão o título de Referência Cultural Brasileira, que será expedido pelo Ministério da Cultura (MinC).

O inventário será coordenado pelo MinC, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e os ministérios da Educação, Justiça, Ciência e Tecnologia e Planejamento, Orçamento e Gestão.

Esta nova política de reconhecimento das línguas faladas no Brasil é resultado das atividades desenvolvidas pelo Grupo de Trabalho da Diversidade Lingüística (GTDL), constituído em 2006.

Para a efetiva implantação, foram realizados projetos-piloto com línguas de categorias ou situações sociolingüísticas diferentes, com o objetivo de permitir uma melhor previsão de custos, prazos e metodologias adequadas.

Esses projetos, que estão em fase de conclusão, foram selecionados por meio de editais do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos, do Ministério da Justiça, e do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, do Ministério da Cultura.

No Brasil são faladas, atualmente, cerca de 210 línguas: 180 línguas utilizadas por grupos indígenas, 30 línguas utilizadas por comunidades de descendentes de imigrantes.

No Brasil são faladas, atualmente, cerca de 210 línguas. Segundo estimativas, os grupos indígenas falam aproximadamente 180 línguas e as comunidades de descendentes de imigrantes, cerca de 30 línguas.

Além disso, usam-se, pelo menos, duas línguas de sinais de comunidades surdas, línguas crioulas e práticas linguísticas diferenciadas nas comunidades remanescentes de quilombos, muitas já reconhecidas pelo Estado e em outras comunidades afrobrasileiras. Há também uma ampla riqueza de usos, práticas e variedades da língua portuguesa falada no Brasil.



Fonte: Super/Secom

6, Jan 2011   •   report abuse

Quem somos

 

Diante da necessidade que as instituições sem fim lucrativo têm de divulgar sua imagem, serviços, resultados e até mesmo com a finalidade de prestar contas, criamos uma instituição (ou agência) focalizada em comunicação Social.
A idéia teve início no Projeto Pérola de onde vimos que as agencias publicitárias atuais oferece um serviço de qualidade, porém a alto custo, e por falta de conhecimento, não tão focada ao terceiro setor.

O nosso diferencial é sermos do Terceiro Setor e termos uma equipe qualificada para atender as necessidades de comunicação das instituições com cunho social.

Conhecemos o universo do Terceiro Setor porque somos parte dele. Não visamos lucro e, portanto, somos viáveis economicamente.

 

Por isso, criamos este blog que tem o objetivo de divulgar a nossa causa e também compartilhar conhecimentos sobre o 3º Setor, Comunicação e Cultura.

6, Jan 2011   •   report abuse

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